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Agora percebo como foi um tremendo erro usar a espuma injetável. Por uma fração do preço das 8 latas que eu tive que comprar teria comprado poliuretano o bastante pra fazer duas armadura... Mas bem, vivendo e aprendendo.
Ontem depois de tirar essas fotos ainda comecei a esculpir a forma. Nas fotos acho que dá pra perceber que eu já havia esculpido a forma da "quilha" que o Big Daddy tem na parte superior (olhando em retrospecto, eu devia ter seguido o método do volpin e ter deixado pra fazer essa peça em separado, só na hora da fibra de vidro... Teria economizado horrores de espuma)
Também percebi tambem um outro problema: Esqueci de mencionar, pas após a primeira aplicação de espuma em spray o disco que marcava uma das pernas se soltou e eu resolvi não utiliza-lo. Resolvi que como aquilo ali não iria marcar a moldura das pernas, não seria tão importante. Eu faria a forma de olho. Só que só arranquei de um dos lados. Do outro ficou com o disco. Agora estou com medo que os dois lados não fiquem iguais. Seu Assis me garantiu que conseguia fazer ficar igual.
Discutimos ontem sobre o material para preencher as falhas e decidimos não usar nem a massa plástica de lataria de carro nem a massa de vidraceiro e sim massa corrida. Aquela de parede. Mas ainda vou pesquisar um pouco pra decidir o material
P.S.: Em algumas das fotos dá pra perceber uma diferença de textura entre as espumas. Isso é por dois fatos:
1 - A espuma em spray é bem mais macia e maleável do que a líquida, que é bem mais rígida e resistente
2 - A espuma líquida, se deixada "em paz" durante sua expansão se torna bem mais resistente, homogênea e de aspecto liso do que se for "mechida". Em algumas partes tentamos espalhar a espuma com palitos de churrasco. Nessas partes a espuma adquire um aspecto bem irregular.
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